Hey my dear depression!

Olá pessoal!!!
Como estão vocês?
Confesso que não ando muito bem, psicologicamente.
Não sei se já comentei, mas já tive, durante minha curta vida, duas crises depressivas muito fortes.
A verdade é que, depois de um tempo, você para de acreditar em contos de fadas e passa a aceitar que esta condição, depressiva, não vai passar, mesmo com remédios e tratamentos, então só resta saber conviver com isso…
Em um dos meus devaneios escrevi algo que gostei muito e, por isso, resolvi vir aqui compartilhar com vocês.
Confesso que não é algo otimista, muito pelo contrário.
Por ser uma pessoa que não acredita em muita coisa e ser desiludida em relação aos seres humanos, vivo tendo crises em que nada parece certo…
Enfim, estão avisados…
Estão por conta e risco agora…
Para quem também sofre de crises depressivas, como eu, se quiser entrar em contato, só clicar no avatar que tem mais informações…
É isso…
Boa leitura..
🙂
Beijinhos não tão doces, da Mari.

image

Continuar lendo

Anúncios

Como sairemos deste labirinto?

Illusionary_mazeOlá meus caros leitores!!!

Tenho uma péssima notícia…

Amanhã começarão minhas aulas e, portanto, minhas raras postagens vão se tornar quase extintas.

Mas, para fechar as férias com chave de ouro, resolvi comentar a respeito da frase: “Como sairemos deste labirinto?” que aparece no livro ‘Quem é você Alasca?’.

No livro, a frase é apresentada como últimas palavras de Simón Bolívar por Alasca Young. Nosso protagonista, Miles Halter, passa a se questionar durante toda a trama a respeito do que seria o tal labirinto no momento em que Alasca apresenta as últimas palavras de Bolívar.

A íntegra da frase de nosso personagem histórico é a seguinte:

Ele – ou seja, Simón Bolívar – estremeceu diante da revelação de que a corrida arrojada entre seus males e seus sonhos estavam chegando ao fim. O resto eram trevas. ‘Droga’, ele suspirou. ‘Como sairemos deste labirinto?’

Então chega de enrolação e vamos à especulação…

Labirinto é, em geral, uma representação daquilo que é redundante, que, por vezes, não tem começo nem fim, que, por muitas outras vezes, te conduzem por um caminho dá em lugar nenhum.

Na minha opinião, o labirinto pode representar diversas coisas desde nossas responsabilidades, as quais muitos buscam fugir, ao sofrimento de quem sofre depressão.

E sim, voltamos ao tópico depressão.

Pode parecer meio clichê, algo meio batido, um assunto que todo mundo fala atualmente, mas é algo que deve ser dito. Para pessoas deprimidas é realmente difícil fugir daquela sintonia e encontrar seu caminho para sair desse lugar.

Para pessoas com depressão eu vejo um labirinto com duas saídas: uma no centro e uma na periferia. Cabe a cada indivíduo preso escolher seu caminho.

A saída do centro representaria rendimento.

Após percorrer todo o labirinto e chegar ao centro tem-se duas escolhas a serem feitas: desistir ali mesmo e mergulhar naquela saída, a qual não é possível saber onde vai dar, ou seja, mergulhar no incerto ou pode-se dar meia volta e tentar encontrar o lugar por onde entramos.

A saída na periferia simboliza duas situações: uma em que o indivíduo, que mal entrou, consegue sair e uma fase em que, após percorrer todo o labirinto e encarar o centro, ele resolve continuar a procurar o local por onde entrou.

Para mim, o labirinto representa a vida e o sofrimento, pois ambas as coisas estão interligadas, como já dizia nosso amigo Arthur Schopenhauer:

Viver é sofrer

E para você? O que seria seu labirinto? Suas responsabilidades? Sua vida? Depressão? Seu sofrimento? Suas decisões sempre erradas que te conduzem a lugar nenhum?

Essa postagem foi feita com objetivo de reflexão pois eu passei as férias INTEIRAS pensando nessa frase e no que o labirinto representava para mim e acho que consegui chegar a algum lugar.

Deixo esse questionamento para vocês agora…

Beijinhos de uma Mari chateada pelo início das aulas.
o/