Rápida e diretamente.

Tem algumas situações na vida em que você se encontra totalmente perdido sem saber o que fazer. Foi o que ocorreu comigo no começo deste ano…
Sabe quando tudo da errado?
Você passa um ano inteiro convivendo com desgraças, pessoas que você conhecia, pessoas que eram próximas morrendo e a única coisa que consegue sentir é inveja?
Inveja porque essas pessoas conseguiram sair do labirinto enquanto você continua preso e sem coragem para se mover. Fica apenas estagnado no mesmo lugar.
Sua vida permanece estagnada e você não sabe o que fazer para coloca – la em movimento, só sabe que continuar desta forma é insuportável.
Te perguntam se esta tudo bem e você, incapaz de demonstrar fraqueza, apenas sorri e fala que as coisas logo vão melhorar. Mas no fundo sabe que não é verdade.
Um dia, ouvi dizer, que a melhor maneira de sair deste labirinto de sofrimento é rápida e diretamente.
Mas a questão é: eu teria coragem de correr em direção à saída?
Quem nunca viveu um drama parecido, em que parecia que tudo estava indo como um trem desgovernado em direção a um precipício?
Só tenho uma coisa a dizer a vocês, caros leitores: não desistam!
Sei que parece impossível, mas sejam teimosos e rebeldes! Não deixem a dor vencer!!!
Afinal, quem gosta de perder, não é?

Beijinhos da Mari.

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Como sairemos deste labirinto?

Illusionary_mazeOlá meus caros leitores!!!

Tenho uma péssima notícia…

Amanhã começarão minhas aulas e, portanto, minhas raras postagens vão se tornar quase extintas.

Mas, para fechar as férias com chave de ouro, resolvi comentar a respeito da frase: “Como sairemos deste labirinto?” que aparece no livro ‘Quem é você Alasca?’.

No livro, a frase é apresentada como últimas palavras de Simón Bolívar por Alasca Young. Nosso protagonista, Miles Halter, passa a se questionar durante toda a trama a respeito do que seria o tal labirinto no momento em que Alasca apresenta as últimas palavras de Bolívar.

A íntegra da frase de nosso personagem histórico é a seguinte:

Ele – ou seja, Simón Bolívar – estremeceu diante da revelação de que a corrida arrojada entre seus males e seus sonhos estavam chegando ao fim. O resto eram trevas. ‘Droga’, ele suspirou. ‘Como sairemos deste labirinto?’

Então chega de enrolação e vamos à especulação…

Labirinto é, em geral, uma representação daquilo que é redundante, que, por vezes, não tem começo nem fim, que, por muitas outras vezes, te conduzem por um caminho dá em lugar nenhum.

Na minha opinião, o labirinto pode representar diversas coisas desde nossas responsabilidades, as quais muitos buscam fugir, ao sofrimento de quem sofre depressão.

E sim, voltamos ao tópico depressão.

Pode parecer meio clichê, algo meio batido, um assunto que todo mundo fala atualmente, mas é algo que deve ser dito. Para pessoas deprimidas é realmente difícil fugir daquela sintonia e encontrar seu caminho para sair desse lugar.

Para pessoas com depressão eu vejo um labirinto com duas saídas: uma no centro e uma na periferia. Cabe a cada indivíduo preso escolher seu caminho.

A saída do centro representaria rendimento.

Após percorrer todo o labirinto e chegar ao centro tem-se duas escolhas a serem feitas: desistir ali mesmo e mergulhar naquela saída, a qual não é possível saber onde vai dar, ou seja, mergulhar no incerto ou pode-se dar meia volta e tentar encontrar o lugar por onde entramos.

A saída na periferia simboliza duas situações: uma em que o indivíduo, que mal entrou, consegue sair e uma fase em que, após percorrer todo o labirinto e encarar o centro, ele resolve continuar a procurar o local por onde entrou.

Para mim, o labirinto representa a vida e o sofrimento, pois ambas as coisas estão interligadas, como já dizia nosso amigo Arthur Schopenhauer:

Viver é sofrer

E para você? O que seria seu labirinto? Suas responsabilidades? Sua vida? Depressão? Seu sofrimento? Suas decisões sempre erradas que te conduzem a lugar nenhum?

Essa postagem foi feita com objetivo de reflexão pois eu passei as férias INTEIRAS pensando nessa frase e no que o labirinto representava para mim e acho que consegui chegar a algum lugar.

Deixo esse questionamento para vocês agora…

Beijinhos de uma Mari chateada pelo início das aulas.
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